Depois do dia 2 voltamos a nos falar meio que esparçamente. No feriado do mês seguinte calhou para que eu estivesse de folga e ela por aqui. Conversa vai, conversa vem (via msn) e acabei indo até a casa dela. Levei doritos queijo nacho. Comemos com chilli. Estava todo mundo em casa e foi meio como que nos velhos tempos. O mesmo tom de happy family.
Levei um capacete extra, mas já tinha em mente que ela talvez não fosse querer sair pra dar uma volta. Mas não é que ela topou? Andamos a cidade toda, conversamos ainda mais. Nossa, quanta coisa acontece em seis meses…
Pra variar, na despedida o clima pesou um pouco. Inevitável, eu diria, mas bem diferente do que era antes. Disse-lhe o que pensava e o que senti nesses meses. Em parte, ela fez o mesmo. Lembrei-a de uma promessa que ainda precisava cumprir.
Fui embora e cheguei em casa ainda com um sorriso estampado no rosto (meio Coringa, saca?).
Afinal, não é todo dia que alguém ressuscita.